Vereador classifica fornecimento de água como insuficiente
Carine Corrêa
As cidades das bacias PCJ (Piracicaba, Capivari e Jundiaí), as quais incluem Rio Claro, recebem atualmente 5 m3/s das águas do Sistema Cantareira – um sistema de três represas que desvia água para o abastecimento de 9 milhões de habitantes da Grande São Paulo e de 5,5 milhões para as cidades da região. A liberação atual a nossas cidades contrasta com o que é fornecido à Região Metropolitana de São Paulo, na ordem de 31 m3/s.
No último dia 6, a Agência Nacional de Águas (ANA) liberou a proposta-guia da Renovação da Outorga do Sistema Cantareira, que prevê uma nova outorga à Sabesp por mais 10 anos. Do documento consta a ampliação da vazão para as Bacias PCJ dos atuais 5 para 7 m³/s.
Segundo o vereador e presidente do Conselho Fiscal do Consórcio PCJ, Julinho Lopes, o número é insuficiente para atender a população até 2024: “Os especialistas apontam que, com o crescimento populacional, esse número será insuficiente para abastecer a região, o que poderá acarretar na escassez de água”, disse o membro do Legislativo.
Para reivindicar a minuta, um abaixo-assinado percorre as cidades da região pedindo o aumento da vazão nos rios das bacias PCJ. Apesar de não estipular o volume de água a ser destinado, o documento pede quantia suficiente para garantir o crescimento populacional e industrial: “Esperamos que com o abaixo-assinado possamos aumentar a liberação para, pelo menos, 8 m³/s”, afirma Julinho.
A petição endereçada ao governador do Estado de São Paulo também solicita linhas de financiamento para construção de reservatórios municipais, a conclusão do reservatório do Ribeirão Piraí, em Salto, o fortalecimento e ampliação de programas de educação ambiental e de combate às perdas nos serviços de abastecimento.
O abaixo-assinado reivindica ainda o estabelecimento de uma parceria público-privada (PPP) ou modelo similar, com a assinatura da contratação antes mesmo do documento final da renovação da outorga do Sistema Cantareira, para a construção dos reservatórios nos rios Camanducaia e Jaguari, como também o sistema adutor, sendo assumidas pelos governos de Minas Gerais e São Paulo, União e usuários das bacias PCJ e Alto Tietê.
Com o período de estiagem, a ANA havia autorizado a liberação de até 11 m3/s das águas do Sistema Cantareira para atender as cidades das bacias PCJ até o fim do mês passado.
Carine Corrêa
As cidades das bacias PCJ (Piracicaba, Capivari e Jundiaí), as quais incluem Rio Claro, recebem atualmente 5 m3/s das águas do Sistema Cantareira – um sistema de três represas que desvia água para o abastecimento de 9 milhões de habitantes da Grande São Paulo e de 5,5 milhões para as cidades da região. A liberação atual a nossas cidades contrasta com o que é fornecido à Região Metropolitana de São Paulo, na ordem de 31 m3/s.
No último dia 6, a Agência Nacional de Águas (ANA) liberou a proposta-guia da Renovação da Outorga do Sistema Cantareira, que prevê uma nova outorga à Sabesp por mais 10 anos. Do documento consta a ampliação da vazão para as Bacias PCJ dos atuais 5 para 7 m³/s.
Segundo o vereador e presidente do Conselho Fiscal do Consórcio PCJ, Julinho Lopes, o número é insuficiente para atender a população até 2024: “Os especialistas apontam que, com o crescimento populacional, esse número será insuficiente para abastecer a região, o que poderá acarretar na escassez de água”, disse o membro do Legislativo.
Para reivindicar a minuta, um abaixo-assinado percorre as cidades da região pedindo o aumento da vazão nos rios das bacias PCJ. Apesar de não estipular o volume de água a ser destinado, o documento pede quantia suficiente para garantir o crescimento populacional e industrial: “Esperamos que com o abaixo-assinado possamos aumentar a liberação para, pelo menos, 8 m³/s”, afirma Julinho.
A petição endereçada ao governador do Estado de São Paulo também solicita linhas de financiamento para construção de reservatórios municipais, a conclusão do reservatório do Ribeirão Piraí, em Salto, o fortalecimento e ampliação de programas de educação ambiental e de combate às perdas nos serviços de abastecimento.
O abaixo-assinado reivindica ainda o estabelecimento de uma parceria público-privada (PPP) ou modelo similar, com a assinatura da contratação antes mesmo do documento final da renovação da outorga do Sistema Cantareira, para a construção dos reservatórios nos rios Camanducaia e Jaguari, como também o sistema adutor, sendo assumidas pelos governos de Minas Gerais e São Paulo, União e usuários das bacias PCJ e Alto Tietê.
Com o período de estiagem, a ANA havia autorizado a liberação de até 11 m3/s das águas do Sistema Cantareira para atender as cidades das bacias PCJ até o fim do mês passado.

