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Ofício sobre o abandono da malha ferroviária em Rio Claro encontra-se com a Justiça Federal

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Após sucessivas tentativas de diálogo com a América Latina Logística, a ALL, sem sucesso, o vereador Júlio Lopes (PP) busca apoio da Justiça Federal no sentido de resolver o problema que afeta diretamente as famílias que residem na Vila Indaiá, Vila Alemã e na região do Cidade Jardim, e, indiretamente todo o município por conta do risco da área se transformar em criadouro do mosquito da dengue. Isso, sem contar com problemas ligados à segurança pública já que marginais tiram proveito do mato alto para preparar ataques em áreas abertas.

A área é extensa e entre os trechos mais polêmicos está o da Rua 3-B entre as Avenidas 8-A e 24-A, localização privilegiada na cidade, que se encontra tomada pelo mato com problemas estruturais visíveis.

Pessoas que moram nas proximidades da malha ferroviária reclamam do estado de abandono temendo que parte do muro venha a desabar. Com relação ao mato alto, nesta época do ano, em que a proliferação do mosquito da dengue trata-se de uma triste realidade no país, muitas famílias convivem próximas à área que oferece condições para que o transmissor da dengue se reproduza rapidamente.
“Solicitei providências à ALL e também para a Prefeitura Municipal e até agora não recebi nenhuma resposta”, afirmou Julinho Lopes ao entregar ofício, com farta quantidade de informações e material fotográfico, no Ministério Público Federal em Piracicaba.
O parlamentar entrou em contato com a Procuradoria da República onde relatou o drama na cidade. Em Piracicaba, Júlio Lopes tomou conhecimento de parte do conteúdo do processo movido pela Procuradoria devido aos problemas que a malha ferroviária vem causando a diversos municípios paulistas.
Na paralela, a administração municipal tenta viabilizar a transferência das oficinas ferroviárias do centro da cidade para a região do Jardim Guanabara. Para Júlio Lopes, a Câmara não pode ficar de braços cruzados enquanto a ALL ignora o problema que afeta tantas as pessoas. “Estamos buscando apoio da Procuradoria Federal no sentido de dar uma resposta às pessoas que sofrem de diversas formas com esta ampla área abandonada”, finaliza o vereador. O dossiê foi apensado ao processo que tramita na 1ª Vara da Justiça Federal de Piracicaba.

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