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Júlio Lopes critica deslocamento de moradores de rua e cobra política para resolver a situação

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A aglomeração de moradores de rua em áreas públicas é discutida com força na Câmara Municipal a partir de fatos ocorridos na Praça da Paz localizada em frente a igreja Imaculada Coração de Maria na Rua M-7 entre as Avenidas M-23 e M-25.

Relatos de que no local além da proliferação de sujeira estava ocorrendo tráfico e consumo de drogas levaram autoridades da área da segurança a agir. Com isso, os moradores deixaram de ocupar a Praça da Paz. Porém, outro problema agora é levantado pelo vereador Júlio Lopes.

Acionado pela comunidade, o parlamentar esteve na área localizada em frente a um clube social onde constatou que parte dos moradores de rua que deixaram a Praça da Paz deslocou-se para o Jardim Floridiana. “Discordo totalmente do ocorrido. As manifestações calorosas no município não resolveram a situação. O problema foi transferido na Rua M-7 para o Jardim Floridiana”, afirmou o parlamentar.

A questão do morador de rua não se restringe a mencionada migração de pessoas da Praça da Paz para o Floridiana. A cidade conta com concentrações de pessoas no Jardim São Paulo, nas proximidades do Ecoponto, na praça pública localizada na Rua 2 com a Avenida 28, Vila Operária e até mesmo na antiga estação ferroviária.

Para Júlio Lopes, gestores públicos, através das secretarias municipais – entre elas a de Ação Social e de Segurança – devem buscar solução definitiva para a questão. “Não se pode tirar o problema da porta de casa e transferir para moradores de outro bairro”, avaliou.

Ao defender solução definitiva para o problema, Júlio Lopes coloca na pauta de discussão as subvenções aprovadas pela Câmara Municipal neste ano. Segundo ele, após muita polêmica vereadores aprovaram a subvenção para um instituto o qual conta com vários programas voltados a atender moradores de rua.

“Estamos falando na liberação de mais de R$ 1 milhão somente para uma entidade. A comunidade tem o direito de saber como este recurso vai ser aplicado e qual a responsabilidade da entidade que recebe a subvenção com o problema que se arrasta de um lado para o outro no município”, enfatizou.

O assunto foi abordado por Júlio Lopes na tribuna da Câmara Municipal. O vereador tem visão clara de que a solução deste problema não passa pela medida simplista de reprimir a ocupação de uma área ou outra. “É preciso levar em consideração que independente destas pessoas não terem condições de retomar o convívio familiar, no momento, merecem a atenção do poder público. É neste sentido que discurso”, finalizou.

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