Meio Ambiente

Conselho Fiscal e Consórcio PCJ foram fundamentais para desenvolvimento do Geoparque na Bacia do Rio Corumbataí

A Universidade Estadual Paulista (Unesp) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), promoveram na segunda-feira, dia 29, o I Simpósio dos Municípios da Bacia do Rio Corumbataí, com o objetivo de debater a implantação e certificação de um Geoparque oficial da Unesco na região. O vereador e integrante do Conselho Fiscal do Consórcio PCJ, Julinho Lopes, esteve presente no evento, juntamente com o secretário executivo da entidade, Francisco Lahóz.

Secretário executivo da entidade, Francisco Lahóz, membro do Conselho Fiscal, vereador Julinho Lopes e o prefeito Juninho da Padaria.

“Encaminhamos no final de 2015 à Unesco (Organização das Nações Unidas para Educação, a Ciência e a Cultura) estudos preliminares elaborados na Unesp de Rio Claro (SP) sobre a viabilidade de implantação de um Geoparque na Bacia do Corumbataí e a resposta foi positiva. Desde então, juntamente com o apoio do Conselho Fiscal, passamos a trabalhar na execução do projeto”, falou Lahóz.

Para o membro do Conselho Fiscal do Consórcio PCJ, vereador Julinho Lopes, este trabalho visa garantir a preservação do meio ambiente e seus recursos naturais, incorporando e valorizando estruturas existentes. “O Geoparque irá transformar a região, aumentando a oferta de emprego, fomentando a pesquisa científica e promovendo o desenvolvimento sustentável, tudo isso com a chancela da Unesco”, citou o parlamentar.

A FEENA (Floresta Estadual Edmundo Navarro de Andrade) foi lembrada pelo vereador, que destacou como ela pode ser inserida no projeto denominado Espaços Eco Hídricos do Consórcio PCJ. “A revitalização deste espaço é uma de nossas prioridades e esse projeto, além de promover a preservação da Floresta e de seus recursos hídricos, oferece recursos para serem investidos na sua estrutura”, explicou Julinho Lopes.

Meio Ambiente

A Unesp e a Unicamp, promoveram na segunda-feira, dia 29, o I Simpósio dos Municípios da Bacia do Rio Corumbataí, com o objetivo de debater a implantação e certificação de um Geoparque oficial da Unesco em nossa região. Como vereador e integrante do Conselho Fiscal do Consórcio PCJ, estive presente no evento, juntamente com o secretário executivo da entidade, Francisco Lahóz. Confira no vídeo abaixo um breve histórico sobre o trabalho desenvolvido por nós, que se iniciou no final de 2015, na busca de informações sobre o Geoparque da Unesco, tendo em vista o potencial da Bacia do Corumbataí em sediar o projeto. O desenvolvimento de atividades voltadas ao turismo geológico e ecoturismo contribuiria para a preservação dos recursos hídricos e meio ambiente da região. Nesse sentido também inserimos a FEENA como candidata a espaço eco-hídrico regional. #JulinhoLopes #SemprePresente #Geoparque #BaciadoCorumbataí #MeioAmbiente #ConsórcioPCJ

Posted by Vereador Julinho Lopes on Thursday, June 1, 2017

 

Sobre o Geoparque da Unesco

Os Geoparques são áreas chanceladas pela Unesco que buscam combinar conservação de sítios paleontológicos, geológicos, culturais e históricos, com desenvolvimento sustentável e envolvimento da população local. O Consórcio PCJ tem discutido junto à representantes da Unesco da América Latina, responsáveis por essa iniciativa, sobre a possibilidade de implantação de um geoparque nas Bacias PCJ.

A Bacia Hidrográfica do Rio Corumbataí apresenta características naturais, geológicas, geomorfológicas e paleontológicas que permitem a criação de um Geoparque. Um levantamento preliminar, feito por pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp), concluiu que a região possui onze geossítios com alto valor científico (paleontológico, geológico e geomorfológico), amplo uso potencial (científico, educacional, econômico e turístico), além de quatro deles apresentarem valores que permitem serem incorporados aos inventários dos patrimônios geológicos nacional e internacional.

Em 2016, o Consórcio PCJ concluiu um documento preliminar sobre o potencial da região em sediar o Geoparque da Unesco e o entregou a diversos parceiros, entre eles: o ministério público, Fórum de Proteção da Bacia do Rio Corumbataí, a Unesp e a Unicamp.

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