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Rio Claro abolirá o uso das sacolas plásticas

Decisão nesta sexta-feira, 03, partiu de representantes dos supermercados da cidade, após reunião no Sindicato do Comércio Varejista. Segundo Celinho Cerri, presidente do Sindicato, medida é para regulamentar a situação na cidade.

No último dia 25 de janeiro, começou a valer um acordo entre o governo do Estado de São Paulo e os supermercados para o fim do uso das sacolas de plástico, criticadas por serem prejudiciais ao meio ambiente. Em Rio Claro, em vez de um acordo, uma lei será feita para abolir as sacolinhas nos supermercados.

Segundo o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Rio Claro, Celinho Cerri, representantes dos supermercados afiliados ao Sindicato foram convocados na manhã desta sexta-feira, 03, para uma reunião que contou também com a presença do prefeito Du Altimari (PMDB), representando o poder executivo, e do vereador Julinho Lopes (PP), representando o legislativo rio-clarense, abordando a questão do uso ou não das sacolinhas na cidade. Os representantes dos estabelecimentos presentes foram unânimes em querer o fim das sacolas plásticas em Rio Claro.

“Essa decisão foi de iniciativa dos supermercados. Nós do Sindicato iremos apenas acatar a escolha dos associados e trabalhar para que a abolição das sacolinhas seja feita”, explica Celinho Cerri, em coletiva de imprensa na sede do Sindicato.

Ainda segundo o representante dos sindicalistas, a postura dos estabelecimentos em Rio Claro é explicada pela necessidade de regulamentar o tema das sacolinhas na cidade. “O acordo entre o Estado e os supermercados ficou muito vago, sem muita explicação. Aí os supermercados daqui decidiram oficializar o ato”, relata Celinho.

A questão a ser decidida agora é como e quando a abolição das sacolinhas será feita. O presidente do Sindicato dos Varejistas diz que uma próxima reunião será realizada, na próxima sexta-feira, 10, para definir os próximos passos da iniciativa. “O fim do uso das sacolinhas é o ponto de partida para algo maior. É importante apoiarmos a iniciativa ecológica”, finaliza o sindicalista.

Segundo o vereador Julinho Lopes (PP), será definido no próximo encontro se a abolição das sacolinhas acontecerá através de um projeto de lei ou um decreto, ambos de autoria executiva. “Se a proposta de lei partisse do legislativo, demoraria mais para ser aprovada. Pela urgência do tema, é mais adequado que a proposta venha do executivo”, explica Julinho.

 

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