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Pontes ferroviárias de trecho desativado devem ser transferidas para o trânsito em bairros, diz vereador

Julinho Lopes sobre ponte férrea no Jardim Primavera

Enquanto várias pontes metálicas se tornam sucata ao longo do trecho ferroviário desativado, em determinados bairros e principalmente na zona rural o trânsito permanece prejudicado por falta de alternativas para substituir pontes de madeira já condenadas pelo tempo. O que existe de problema na situação contraditória pode terminar em dupla solução.

“O que precisamos fazer é transferir as pontes ferroviárias que estão sem uso para os locais onde as antigas de madeira construídas sobre rios e córregos estão desmoronando”, antecipa o vereador Julinho Lopes. Ele cita a falta de recursos financeiros da prefeitura como motivo para a mobilização de iniciativas com esse objetivo.

“Vamos buscar apoio em meio a parlamentares e junto ao governo federal no intuito de conseguir com que seja liberada uma autorização para a transferência das pontes e assim resolver os problemas de trânsito nos pontos mais críticos da cidade”, acrescenta o vereador.

Segundo Julinho Lopes, o trecho ferroviário desativado desde as oficinas da Fepasa até  Batovi conta com diversas pontes metálicas, inclusive no próprio distrito e também em Camaquã, além de outras na área urbana de Rio Claro, a exemplo da existente sobre a Avenida 50, no Jardim Primavera.

O vereador condena a situação de abandono em que se encontra o patrimônio ferroviário. Segundo ele, a utilização das pontes metálicas em outras áreas seria uma forma prática de “preservar tanto o patrimônio público quanto o histórico, evitando sua posterior condenação como sucata”.

Julinho alerta que o desabamento da ponte de madeira deteriorada afeta no momento os moradores de Itapé. Pedestres e motoristas são obrigados a traçar caminhos alternativos que aumentam em quase dez quilômetros o trajeto a ser percorrido. 

Lopes completa dizendo que o madeiramento condenado também foi motivo de mobilização popular para reforma de ponte no bairro Terra Nova, onde uma segunda ponte está sendo reivindicada para garantir acesso ao Jardim Novo 2. Ele finaliza revelando que uma nova ponte foi construída sobre o Ribeirão Batalha depois de longa expectativa.

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