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Júlio Lopes solicita mutirão à CDHU para regularizar os imóveis do bairro Arco-Íris

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Regularizar a documentação para que famílias possam ter a sonhada tranquilidade da posse definitiva das moradias. É com este objetivo que o vice-presidente da Câmara Municipal de Rio Claro, vereador Júlio Lopes esteve na sede da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo, a CDHU, empresa vinculada à Secretaria Estadual da Habitação.

Na reunião com o chefe de Gabinete, Guilherme Ribeiro, o parlamentar reivindicou a realização de mutirão em Rio Claro para que situações pendentes no bairro Arco-Íris, conjunto habitacional entregue no início da década de 80, conhecido também como Cecap, possam ser solucionadas.

Na avaliação de Júlio Lopes, trata-se de um trabalho importante às famílias que já concluíram o pagamento dos imóveis, porém, não contam com a documentação necessária para comprovar a posse. “Como há muitos casos em que imóveis foram vendidos e o atual proprietário conta apenas com contrato de gaveta se faz necessária providenciar a averbação. É neste sentido que estamos buscando apoio da CDHU”, aponta o vereador.

Para Guilherme Ribeiro, o mutirão em Rio Claro, em um ou dois finais de semana, pode resolver a situação. Para tanto, ele solicita a Júlio Lopes que entre em contato com os moradores do bairro para que a documentação necessária seja juntada. “Vamos agendar o trabalho em Rio Claro e quem apresentar os documentos necessários terá a posse da moradia sem problema”, explicou o chefe de Gabinete.

Ao defender o mutirão no município, Júlio Lopes leva em conta que para muitas famílias o deslocamento até a CDHU em Araraquara trata-se de uma barreira. “Muitas pessoas deixam de regularizar a situação das suas moradias devido a necessidade de deslocamento até à Capital. Com o mutirão, os proprietários terão a oportunidade de resolver a questão sem sair do bairro”, defendeu.

Segundo Guilherme Ribeiro, àqueles que contam com contratos de gaveta vão precisar legalizá-los antes de receber a posse definitiva dos imóveis. Para tanto, os contratos terão de contar com registro em cartório. “Neste tipo de situação, também se faz necessária a apresentação de uma procuração com a assinatura do antigo proprietário do imóvel”, explicou o chefe de Gabinete.

Na reunião em São Paulo, Júlio Lopes também solicitou apoio da CDHU no sentido de resolver o problema no Jardim Santa Eliza causado pela falta de muro de arrimo. Ribeiro adiantou que esta situação já era para ter sido resolvida. “Vou verificar o que ocorreu e tomar as providências necessárias”, enfatizou.

Titular da pasta de Desenvolvimento Econômico, o secretário Antônio Carlos Beltrame, o Secreta, acompanhou Júlio Lopes na reunião na Capital.

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