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Júlio Lopes faz alerta para a proliferação de buracos e cobra providências do Daae

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“A realização de reparos na rede de água, a substituição de adutoras e trocas de tubulações são necessárias, mas, devem seguir critérios estabelecidos em editais”. A afirmação é do vice-presidente da Câmara Municipal, Júlio Lopes ao divulgar levantamento feito após percorrer diversos bairros. A conclusão do parlamentar é que as ruas da cidade estão se transformando em um “queijo suíço”.

De acordo com o parlamentar, o problema se alastra pelas ruas e avenidas do município de forma assustadora. A seu ver, o Departamento Autônomo de Água e Esgoto (Daae), responsável pelos serviços realizados por empresas terceirizadas, negligencia ao permitir a proliferação de buracos por todos os lados no município.

“Contra fatos não existem argumentos. Basta circular pela cidade e verificar em que cada três quadras existe uma com pavimento danificado pela ação de troca de tubulação ou manutenção da rede de água”, afirma Júlio Lopes ao sinalizar que os reparos levam mais de cinco meses para ser feitos.

Mesmo nas quadras onde os reparos foram feitos, aponta o vereador, há problema. Segundo ele, a empresa contratada para fazer o serviço não está respeitando o que determina o edital. “A empresa precisa fazer o recorte do asfalto e providenciar o reparo levando em conta o nível da pavimentação. Nos locais onde o serviço foi feito verificamos que o pavimento ficou com caroço, um calombo. Isto está errado, fora do que determina o edital”, frisa.

Para Júlio Lopes, a situação ainda é pior nos bairros onde a pavimentação asfáltica é nova. Moradores, comenta o parlamentar, reclamam com razão já que o asfalto acabou de ser implantado e o Daae já causou danos.

Outro aspecto levado em conta por Júlio Lopes diz respeito à sinalização das áreas onde buracos permanecem abertos sem a devida sinalização. “Não adianta colocar fita na área de entorno do buraco. No período noturno a visibilidade deste material é quase zero”, alerta o parlamentar ao dizer que em caso de acidentes a prefeitura pode ser responsabilizada.

Em sua análise, Júlio Lopes observou que em vias de tráfego rápido muitos veículos acabam passando por cima do pavimento danificado aumento o risco de colisões laterais devido ao desvio de solo que o motorista é submetido.

“Se o Daae parar de furar o asfalto hoje vai demorar no mínimo quatro meses para colocar a casa em ordem, ou seja, para recuperar o asfalto em boa parte da cidade. Agora, se a autarquia continuar fechando os olhos para o problema, teremos um ‘queijo suíço’ em breve ao invés de ruas e avenidas seguras”, finaliza Júlio Lopes.

(legenda)

Júlio Lopes na Avenida 19 entre as Ruas 15 e 16: ônibus passa no local com dificuldades

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