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Erosão no Córrego Olinda coloca rede elétrica e trânsito em risco

    

O aumento progressivo da erosão às margens do Córrego Olinda, entre o Parque São Jorge e o Residencial dos Bosques, mantém os moradores apreensivos quanto à segurança de suas casas e dos bairros. A preocupação é por eles justificada pelo fato da cratera formada no local haver atingido a via pública e um dos postes de sustentação da rede elétrica.Sobre as condições da área entre as avenidas M37 e M39 com a Avenida Joaquim Barbosa de Almeida, o vereador Julinho Lopes alerta, “trata-se de situação limite, de risco, se uma chuva mais forte causar o desabamento do poste, a rede elétrica da região será arrastada junto”.Segundo o vereador, a situação de risco inclui também o trânsito. Ele explica que em inspeção realizada foi possível constatar que a base do asfalto na Avenida Joaquim Barbosa já foi atingida pela erosão.“Se providências não forem tomadas com urgência, o asfalto vai desmoronar sob o peso de caminhões e demais veículos”, preocupa-se o vereador.Os problemas verificados no trecho exigiram obras de recuperação em 2005. Em 2009, as alas de contenção cederam, levando ao rompimento dos tubos e aduelas. A partir dali, a estrutura da obra passou a ser progressivamente consumida pelo processo erosivo.Julinho Lopes é autor de requerimentos aprovados pela Câmara Municipal solicitando a recuperação da área, obras de drenagem e canalização do córrego. “Se as obras tivessem sido feitas em 2009, conforme solicitamos à Secretaria de Obras por meio dos requerimentos, não estaríamos nesta situação, agora vai ficar muito mais caro e, em caso de demora, tudo ficará cada vez mais caro ainda”, calcula. Ele diz contar com a brevidade das medidas, uma vez que moradores encontram-se em risco e problemas decorrentes de uma desastre  implicaria em consequências para a população dos bairros Jardim Santa Maria, Parque São Jorge, Bosque de Rio Claro e vizinhança”, finaliza o vereador.

    

 

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