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Empresas e moradores pedem recuperação de asfalto no Jardim Anhanguera

Dificuldades para o trânsito e risco para a saúde pública em forma de problema que afeta a vizinhança. Neste termos moradores e proprietários de empresas da área de entorno da Avenida 49 entre as ruas 21 e 22 reclamam das conseqüências verificadas pela falta de manutenção no asfalto do trecho.

Conforme apontam, a pavimentação da sarjeta apresenta acentuado desnível que exige reparação. Para piorar a situação, o declive tornou-se depósito permanente de água despejada na via por empresa industrial vizinha. Ao longo do tempo, a água retida fermenta com resíduos de lixo acumulado. Além de foco de mosquitos e de mau cheiro, o trecho inviabiliza o estacionamento de veículos ao longo do quarteirão.

Depois de longo tempo de frustradas expectativas de providências que resolvessem o problema, moradores e empresários da região reivindicaram vistoria do vereador Julinho Lopes que esteve no local. “E isto foi há dois anos, desde lá estamos aguardando as providência sem que nada tenha sido resolvido”, critica ele.

Na última sessão, a Câmara Municipal aprovou por unanimidade requerimento em que o vereador reitera o pedido de recomposição da sarjeta e recapeamento do asfalto de toda a avenida. Segundo orienta, estas seriam as medidas necessárias para acabar com o problema.

“Alguma coisa está errada se fiscais entram nas casas das pessoas para eliminar focos de dengue e poças imensas permanecem expostas em plena via pública”, ressalta Julinho Lopes. Conforme destaca também, o empoçamento permanente no bairro Jardim Anhanguera impede ainda que motoristas consigam estacionar carros e caminhões ao longo da guia.

“O trecho conta com empresas ali instaladas em barracões, alguns novos, prontos para serem ocupados, a inviabilidade de estacionamento implica em prejuízo para as atividades a serem desenvolvidas”, conclui.

Com base nestas considerações alinhadas em seu novo requerimento, Julinho Lopes conta com a atenção da prefeitura “para resolver o problema sem que seja preciso fazer outro requerimento no ano que vem”.

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